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São Paulo, novembro de 2014 – A dupla Brothers of Brazil, formada pelos irmãos Supla e João Suplicy, lança seu terceiro disco, “Melodies from Hell”, produzido pelos norte-americanos Jon Tiven e Jimmy Walls, em show dia 27 de novembro na choperia do SESC Pompeia. Com lançamento digital nacional no dia 11 de novembro, o álbum gravado e masterizado no estúdio Yes Master, em Nashville (Tenessee/EUA), traz quatorze faixas autorais, incluindo os singles ‘Tudo Pelo Poder’ e a faixa-título, lançados previamente.

No projeto Brothers of Brazil, Supla e João Suplicy reúnem referências e experiências de suas carreiras solo que resultam numa produção musical original, ao mesmo tempo popular e ousada, com letras irreverentes e sonoridade concisa. A habilidade dos músicos com seus respectivos instrumentos e sua construção musical reafirmam a cada disco o caráter autoral da dupla por onde quer que passem. João confere ao violão de cordas de nylon um punch de guitarra em atmosfera rocker, enquanto Supla explora com domínio e energia até recursos menos convencionais da bateria. Exímios instrumentistas e donos de uma poderosa presença de palco, os irmãos promovem apresentações ao vivo pulsantes, que já passaram pelos palcos dos mais importantes festivais de música em todo o mundo, como o Warped Tour (EUA), Lollapaloza Brasil, além de já terem dividido o palco com nomes como Adam Ants, Gogol Bordelo e Flogging Molly.

A escolha dos superprodutores Jon Tiven e Jimmy Walls para assinar o novo disco, passou por indicação da ex-modelo e cantora norte-americana Bebe Buell, mãe da atriz Liv Tyler, filha de Steven Tyler (Aerosmith). Jon trabalhou com grandes nomes da música mundial, como B.B. King, Robert Plant (Led Zeppelin) e Black Francis (Pixies), e Jimmy produziu Das Damen e dois discos de Bebe. “O Jimmy foi um cara fantástico que conseguiu nos deixar muito calmos na hora de produzir e o Jon tem um background riquíssimo, é um conhecedor de música e da vida. O cara já tocou com todo mundo de alto gabarito. Ele fez a gente realmente se concentrar nos arranjos e sempre estava pronto para arriscar musicalmente, seja com um instrumento diferente ou um arranjo de vocal”, contam os irmãos.

Com referências que vão de João Bosco e Baden Powell até Carole King e Public Image Ltd, as músicas de “Melodies from Hell” foram compostas em 2013, no período em que os músicos estavam em turnê internacional e gravavam o programa ‘Brothers Na Gringa’, que registrou a vida dos músicos na estrada para um canal de TV aberta. O disco absorve suas diversas referências com personalidade e não segue uma ideia conceitual ou uma proposta fechada, muito pelo contrário. Os músicos exploram instrumentos de percussão como a conga em diferentes momentos nas faixas “‘Never Let You Go” e “Wonderfully Clear”, enquanto uma aura bossa nova destaca-se em “Bowling”, em que conta com uma parceria com o inglês Hugh Cornwell (Ex-The Stranglers). “Melodies From Hell” também mostra uma busca pela latinidade aqui e ali, pitadas de ska em “Domingo de Manhã”, canções divertidas como “Go Go Girl” e “Malibu Barbie” e ainda mostra um lado mais obscuro e sensível na faixa “Just To Fly”. “A criação desse álbum foi como uma pintura, a gente foi pincelando até que um resultado que nos agradasse muito surgisse na tela. Já ao vivo transformamos essa arte em energia, da maneira mais real possível. Todas as músicas que fizemos pra esse trabalho já testamos em uma porção de shows, e sentimos um bom retorno do público”, revela Supla.

O duo Brothers of Brazil toca quase todos os instrumentos no disco “Melodies from Hell,” além de contar com a participação especial do produtor Jon Tiven, que já tocou com Rolling Stones e Iggy Pop, no sax de “Domingo de Manhã” e “Brasileiro Rock ‘n’ Rolla”; flauta em “Bowling” e gaita em “Go Go Girl”. Já Sally Tiven assume o baixo na faixa “Tudo pelo Poder”.

Sobre Brothers of Brazil – Projeto formado pelos irmãos João Suplicy e Supla, o Brothers of Brazil foi batizado pelo ex-empresário da banda The Clash, Bernard Rhodes, e tem três discos lançados: “Punkanova”(2009), “Brothers of Brazil”(2011) e “Melodies from Hell” (2014). Desde o primeiro álbum, a banda revela as influências de cada um de seus integrantes: O punk rock e a bossa nova. O resultado dessa união de supostos extremos resulta em uma sonoridade autêntica, que se reafirma e consolida a cada lançamento do grupo. O duo já passou por festivais nacionais e internacionais de grande porte como Warped Tour (EUA), SWU, Planeta Terra e Lollapalooza Brasil, além de sair em turnê com nomes como Flogging Molly, Adam Ants, Pennywise, The Addicts e Hugh Cornwell (ex-The Stranglers). A banda foi indicada em 2012 na categoria melhor banda em premiações como o VMB, da MTV, e no mesmo ano a música “On My Way” foi escolhida como uma das melhores faixas do ano, pela revista Rolling Stone Brasil.

Faixa a Faixa, por Brothers of Brazil

“Melodies From Hell”
João – “Buscando umas coisas que tinha registrado no meu Iphone, achei esse assovio e quando mostrei pro Supla ele veio com a ideia da canção que desenvolvemos juntos com o Justin, parceiro em várias letras do álbum.”

Supla – “É uma música que tenho vontade de escutar toda hora, esse é o meu termômetro pra saber se uma música é um hit ou não. Entre as seções da gravação do CD em Nashville aproveitamos para fazer também o videoclipe dela.”

“Never Let You Go”
João – “Fizemos essa levando uma jam e saiu muito rápido. O solo de guitarra no meio foi gravado na verdade com violão de nylon distorcido, como costumo fazer nos shows.

Supla – “A letra fala sobre os países emergentes como Brasil, os vizinhos da américa latina que não vão mais ficar pra trás. O produtor Jon Tiven percebendo a força do refrão sugeriu que a base desse fosse só de bateria e percussão.”

“Tudo Pelo Poder”

João e Supla – “A maioria dos políticos parecem estar mais preocupados em conquistar ou manter o poder a qualquer custo do que em ajudar o povo. A melodia da música tem algo de nordestino e no show o público costuma se empolgar bastante.”

“Lucky Girl”

Supla – “O João veio com essa melodia sensacional, totalmente anos 60! Eu amo isso! A letra fala em acordar para o dia de uma forma positiva para enfrentá-lo. Gosto das minhas viradas de bateria principalmente na intro.”

João – “Eu estava na casa de uma amiga que tem uma espiritualidade muito forte e que tinha várias frases coladas no mural, todas muito positivas. A música é sobre isso e o arranjo ficou exatamente como eu queria.”

“Magic Lantern”

João – “Esse violão veio de um arranjo que eu fazia para a música “Retalhos de Cetim”, do Benito da Paula. Fomos desenvolvendo a melodia por um universo completamente antagônico, com o Supla puxando para um lado mais western. É uma das faixas em que gravei cítara que deu um certo tom medieval.”

Supla – “A faixa mais introspectiva do álbum. Tem uma levada tribal e uma melodia quase medieval onde exploro o tom grave da minha voz. Tem uma hora que parece que são vários cavalos galopando e seus guerreiros.”

“Domingo de Manhã”
João – “Estávamos num ritmo puxado de viagens e shows e embora a letra possa parecer falar de uma garota, na verdade estamos falando da busca desse sentimento relaxado de um domingo de manhã”.

Supla – “Ska divertido com uma letra simples do dia-a-dia do trabalhador que espera ansiosamente o domingo chegar para ele ter sua paixão em seus braços.”

“Just To Fly”

João – “A música veio a partir do riff de violão. Na letra falamos das pessoas que deixamos para trás quando saímos em turnê e que eventualmente gostariam de sair da sua rotina. Adoro particularmente os vocais nessa gravação.”

Supla – “Pra mim ela revela um conflito amoroso e gosto muito da batida lenta com a melodia que remete a um sonho.”

“Go Go, Girl”

Supla – “Nós estávamos em San Diego, em turnê, e uns caras ficavam gritando ‘Play ‘Surfin’ Bird!’. Tocamos e foi muito bem. Aí eu falei para o João que nós precisávamos de uma música tão divertida quanto essa. “Yo yo Yo was a Go Go Girl”. João mandou muito bem no riff totalmente original de violão junto com seu vocal á la Elvis. A primeira parte eu respondo com um efeito bem anos 50 no vocal.”

João – “ O Supla teve a ideia e então puxei esse riff no violão sobre o qual ele já cantou a melodia e indicou para o a letra deveria seguir.”

“Bowling”

João – “Estavamos em Turnê com Hugh Cornell (ex- The Stranglers) e ele comentou que era fã de Tom Jobim. Toquei ‘Wave’ para ele no violão e resolvemos fazer uma música inspirada nela. Me lembro dele instruindo a gente cantar a palavra ‘bowling’ com sotaque inglês. Acho que era pra dar um tom mais sacana. (Risos)”

Supla – “O refrão simplesmente não saia da minha cabeça. (‘I tought i heard you calling, and in the end we could go bowling’). Expressão que serve tanto para jogar boliche quanto para ‘encaçapar’ uma mulher.”

“Mother Earth”

João – “Um violão influenciado pelo João Bosco, mas com a batera roqueira ganhou um tom mais Pop. Acho que a letra trata de um assunto muito importante.

Supla – “O homem só quer pegar da natureza e dar nada em troca (Sem cuidado nenhum). Por isso ela nos dá um tapa na cara com tsunamis, terremotos e alagamentos. Logicamente não é só por isso, mas na minha mente nós tínhamos que ser mais cuidadosos com ela. Lembrando que é uma história verdadeira, o Tom Jobim realmente tinha uma casa onde escreveu ‘Água de Março’ que foi varrida por uma enchente ocorrida em janeiro.”

“Wonderfully Clear”

Supla – “Meio latina (eu digo pelo beat e pelo uso da conga). Neste álbum eu nunca toquei tanta percussão, principalmente a conga está presente em quase todas as músicas. E meio sem querer a melodia veio totalmente Bowie. Os vocais no refrão, principalmente a voz do João lembra muito a do ‘camaleão’. Gosto da letra no que se diz de ver as coisas maravilhosamente claras.”

João – “Estávamos em Nova Iorque num lugar que eu não estava nem um pouco a vontade e estava louco pra sair dali, mas acabamos ficando e fazendo a música. Acho que ela traz mesmo um pouco desse sentimento de querer sair para um lugar melhor.”

“Brasileiro Rock ’n’ Rolla”

João – “ Um tributo aos arquitetos do Rock’n’Roll.”

Supla – “Agradecemos a todos, quase todos, pois são muitos. Os grandes nomes do Blues e Rock que se alimentam uns dos outros e continuam nos inspirando.”

“Bons Momentos”

Supla – “Nos faz lembrar o nosso primeiro álbum com um riff do violão do João hipnotizante. Gosto de lembrar que tivemos bons momentos com você.”

João – “Uma canção gostosa meio mântrica.

“Malibu Barbie”

Supla – “História verdadeira. Uma amiga havia me convidado para uma festa da Barbie em Beverly Hills. Eu não estava no pique, mas acabei indo. Chegando lá, só tinha ‘as barbies’ mais bonitas de Los Angeles – Barbie Astronauta, Barbie Equitação e por aí vai. Achei bem divertido falar sobre a festa na qual eu estava vestido de mim mesmo e me apelidaram de ‘Punk Rock Ken’. A levada da bateria casou muito bem com a guitarra.

João – O supla já chegou com a estrutura da música bem adiantada, inspirada numa história engraçada da qual ele participou. Aproveitamos um riff que já era tocado numa parte instrumental do show há bastante tempo.

Pode parecer maluco, mas é tudo verdade: Uma amiga de Supla o convidou para uma festa temática da boneca Barbie, em Beverly Hills. Ao chegar lá, trajado como de costume, ganhou logo o apelido de “Punk Rock Ken”. Uma parte instrumental já conhecida pelos dois foi remodelada para a canção para dar origem ao rock divertido.

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Merchandise Oficial
Discography


Punkanova(2009)



Brothers of Brazil(2011)



On My Way(2012)



EP - Come On Over(2014)



Single - Tudo Pelo Poder(2014)



Melodies From Hell(2014)

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João Suplicy
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Supla
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